- Amor
- Saúde
- Mais money no meu bolso
- Menos money nas meias e cuecas dos nossos políticos
- Menos hipocrisia
- Filmes mais maravilhosos do que os de 2009
- Um emprego em um grande veículo de Comunicação
- Que eu abra os olhos e ainda seja janeiro, e não de repente dezembro, como aconteceu em 2009
- Meu time ganhando o Gauchão, Brasileirão, Libertadores e/ou Mundial, pelo amor de Deus
- Praias limpas, pra gente poder tomar banho sem pegar virose
- Meus amigos ainda mais próximos
- Minha família mais próxima ainda
- Um verão quente e um inverno frio, como deve ser, e não o contrário como andou acontecendo
- Amores sem doses excessivas de drama
- Mais partidas de futebol com a galera em sextas
- Mais fôlego pra agüentar o tranco do cotidiano
- Menos rotina
- Ainda mais felicidade!
Se achares isso demais, bom velhinho, me dá só amor e saúde, que o resto eu conquisto.
FELIZ NATAL e um MARAVILHOSO 2010 a todos!!!

Mas I'm back! De volta para falar sobre um dos melhores filmes que assisti em 2009.
Avatar, conhecem?
Assisti em 3D (pela primeira vez), e devo dizer que o roteiro do filme e o modo como ele foi executado são fantásticos.
Pois bem. Eis que o filme se passa além do ano de 2154 D.C., no planeta Pandora, onde moram nativos humanóides - um povo chamado de Na'vi. No melhor estilo humano, nosso povo invade o planeta e monta estações de trabalho para tentarem se aproximar dos nativos. E não para aprender sobre seu estilo de vida, seu culto à natureza, mas para convencê-los a mudarem-se de lugar, pois a aldeia em que vivem está em cima de uma reserva de pedras preciosíssimas. Não é típico dos humanos?
Cria-se, então, um projeto chamado de AVATAR. Misturando o DNA dos nativos e dos humanos, cientistas criaram corpos iguais aos dos Na'vi: três metros de altura, ossos poderosos e pele azul. Os cientistas fechavam-se em câmaras e, por intermédio de conexões neurais, controlavam o corpo do avatar. Jake Sully, irmão gêmeo paralítico de um dos cientistas envolvidos, foi enviado para seguir os passos do irmão quando ele morre. Jake é enviado para aprender os costumes do povo Na'vi e depois passar informações valiosas para os cientistas e militares, para tentar convencê-los a deixar o lugar onde moram. Jake, entretanto, apaixona-se pelo povo e por Neytiri, princesa do clã Omaticaya.
É claro que não poderia resultar em outra coisa senão em guerra e destruição.
O filme é pura ficção, mas realmente nos faz perceber que se, de fato, existe vida além do nosso planeta, isso seria exatamente o que aconteceria: exploração. Destruição. Desrespeito. A maioria dos humanos é pintado como hipócrita: não contentes em destruir o planeta Terra, foram explorar Pandora também.
Já mencionei os efeitos especiais? Maravilhosos. Todos os avatares e nativos, bem como a maioria da floresta onde vivem, são efeitos especiais. E as expressões dos personagens são absolutamente perfeitas.
Parabéns ao James Cameron, que depois de afundar o Titanic e faturar 11 Oscars, em 1997, criou um filme completamente diferente e com o mesmo senso humanista de Titanic.
Quatro de cinco estrelas. =D
Até logo, galera!
Um casal bastante jovem - não deviam ter mais de 15 anos - atravessou a rua correndo descuidadosamente. Quase foram atropelados pela horda violenta de carros doidos para voltarem para suas garagens - mas sorriam. Gargalhavam, na verdade. Sacudi a cabeça e vários pensamentos censuradores sobre jovens irresponsáveis envolvendo-se em relações descuidadas cedo demais invadiram a minha cabeça. Voltei minha atenção à estrada novamente, prestando atenção para ver quando meu ônibus se aproximasse. Mas não pude deixar de prestar atenção no casal.
Uma garota bonita, jovem, com cabelos curtos e um lenço colorido na cabeça, e um garoto que parecia demais com um dos Beatles - e ele usava uma cartola. Não paravam quietos em banco algum. Sentavam-se, levantavam-se, naquela inquietude adolescente. Riam, brincavam de perseguir um ao outro, cantavam alto... Pareciam duas crianças pequenas, apaixonadas... felizes.
Algumas pessoas na parada nem estavam prestando atenção, mas a maioria lançava olhares repreensivos aos dois. O casal, entretanto, parecia estar isolado, em um cantinho só deles. Estavam completamente cegos para o resto do mundo, viam apenas um ao outro.
Um casal despirocado, louco... mas completamente apaixonado.
Pessoalmente, prefiro o despirocado e louco às relações vazias, dramáticas, obsessivas e sem sentimento que tenho visto (e experienciado) por aí.
Sabem... Talvez o mundo precise desse tipo de loucura. Talvez devamos nos importar menos com o que os outros pensam de nós e começar a dar importância ao que pensamos de nós mesmos, como o casal da parada, que não se importava com nada a não ser com a alegria de aproveitar aquele momento.
Preciso de um amor fantasiado e palhaço, pulando carnaval, gritando o seu amor
(Quero um amor, Vivian Regina)
Nos levantamos cedo (porque apesar de ser o nosso dia, o dinheiro não se faz sozinho e precisamos trabalhar). Olhamos no espelho e vemos aquela face um ano mais velha (e, por um momento de submissão ao mercado cosmético, pensamos em começar a usar Renew). Recebemos parabéns (a palavra sozinha e a música completa) vindos de todos os lados. Família, amigos, colegas de trabalho. Respondemos recados de desconhecidos no Orkut... Na correria do dia-a-dia, esquecemos, por um momento, que é nosso aniversário... até que chega a hora de comer a torta, feita especialmente para a ocasião. Mais um parabéns. Voltamos a trabalhar... vamos para a aula, resolvemos alguns estresses e, para encerrar o dia com chave de ouro, ouvimos um parabéns especial (iniciado pelos amigos do fundão) de todas as pessoas dentro do ônibus, na volta para casa.
Aniversário... um dia tão peculiar e, ainda assim, um dia como todos os outros: digno de comemorações no que diz respeito às pequenas coisas.
Deitamos a cabeça no travesseiro, com um sorriso de quem reconhece que o último ano tem sido absolutamente maravilhoso... e de quem espera que os próximos sejam ainda melhores.
Fechamos os olhos... e, quando menos esperamos, começa tudo de novo.


Patrick Swayze foi um ícone romântico e dançante dos anos 80. Foi um ícone e virou um mito. Gostei tanto da performance dele e da atriz Jennifer Grey em Dirty Dancing que, na minha época de bailarina, dancei ao som de "Time of my life", música-tema do filme (quase virei um nó ao tentar aprender a coreografia).
Dirty Dancing - Time of my life
Não será esquecido.







É diferente, mas não podia deixar de ser vermelho. xD
Ainda tem algumas coisas que quero mudar. Acho que vou ter que pedir ajuda ao meu amigo Teilor. =D
Espero que tenham gostado!
Beijão, pessoal!

Para sobreviver nesta terra de gigantes, Manny, Ellie e Diego contam com a ajuda de uma atrapalhada doninha chamada Buck.
Todos os personagens estavam fantásticos, mas quem roubou a cena, novamente, foi o hilário Scrat. Eis que o esquilinho arranja uma namoradinha, que gosta tanto de avelãs quanto ele.

Mesmo assim, achei divertidíssimo e muito bem feito. Cinco estrelas. Dêem uma conferida, se ainda não olharam! Vale umas boas risadas.

Assim começa o sermão do Padre Flynn, no filme (indicado a 5 Oscars) Dúvida, de John Patrick Shanley.
Uma adaptação do sucesso da Brodway de mesmo nome, o longa conta a história da escola católica St.Nicholas, na Nova York de 1964. A diretora é a Irmã Aloysius Beauvier (Meryl Streep), cujas atitudes excessivamente disciplinadoras fazem o padre Flynn (Philip Seymour Hoffman) tentar mudar, com pequenos gestos, a diretriz autoritária da escola. Contudo, a Irmã James (Amy Adams) percebe algo suspeito no modo como o padre Flynn trata o pequeno Donald Miller. Por ter entrado há pouco tempo na escola e ser o primeiro aluno negro, Donald não é bem-tratado pelos colegas. Solitário, encontra conforto nas atenções do padre Flynn, que se dá muito bem não somente com ele, mas com todos os outros alunos com o seu jeito bondoso.
A suspeita da Irmã James é suficiente para fazer Irmã Aloysius iniciar uma batalha sutil e silenciosa para "desmascarar" o padre Flynn e expulsá-lo da escola, acusando-o de abuso sexual.

Embora nada seja provado no relacionamento entre o padre Flynn e o garoto, a Irmã Aloysius consegue fazê-lo afastar-se da escola. Com um final surpreendente, a atuação de Meryl Streep mostra que, embora sua pose autoritária fosse forte e sua certeza fosse grande, ninguém, no fim das contas, tinha certeza de nada.
Fantástico. Vale a pena. Atuação, fotografia e roteiro impecáveis.
Segue o trailer:
Ficha Técnica
Título Original: Doubt
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 104 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2008
Direção: John Patrick Shanley
Roteiro: John Patrick Shanley, baseado em peça teatral de John Patrick Shanley
Ouvimos falar de queimadas e de desrespeito para com o meio ambiente, mas acho que nunca nos atinge tanto como quando acontece bem debaixo dos nossos narizes. No meu caso, foi bem em frente à minha casa.
Estava eu mexendo no computador quando senti cheiro de fumaça e fui ver o que era, saí para a rua e percebi que tratava-se de uma queimada, na quadra em frente à rua onde moro. Não pude ver quem era nem o que estavam queimando. Pelo cheiro, eram as árvores mesmo. O fogo não estava muito alto, mas o volume de fumaça era muito grande.
Em 2008, o Brasil registrou 93 mil queimadas. E, apenas no início deste ano, o número cresceu 466%. Para não mencionar que, de ontem para hoje, já foram encontrados 53 focos de queimadas no país, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Mais um descaso com a natureza. Depois reclamam do excesso de poluição na cidade... com moradores assim, não poderia ser de outra forma.
Que vergonha, hein?

Ele foi uma lenda. Um ícone da música e da dança. Um astro, que vendeu cerca de 750 milhões de discos.
Talvez tenha começado a carreira cedo demais, talvez tenha se perdido, como tantos outros artistas, em meio à fama, o dinheiro e o sucesso.
Uma pena que tenha se envolvido em tantas confusões. Foi um talento imenso, que brilhou durante anos e que acabou sendo desperdiçado. Ele até tentou voltar à ativa - estava com um roteiro de 50 shows programado... mas não deu tempo.

Uma pena... mas o que permanece agora, imaculada e bela, é a sua música, bem como os passos de dança criados por ele, que incentivaram e inspiraram artistas por todo o mundo.
(Ficam também, é claro, as lembranças, e todo o dinheiro que a mídia lucrará em cima delas e da morte do cantor. Por que será que as pessoas têm de morrer para serem "valorizadas"?).
É claro que esta é uma história que não aconteceu.
Ontem à noite, O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou o recurso que abolia a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para exercer a profissão.

Não, não é o fim do mundo. No entanto, quero só ver as repercussões que essa decisão estúpida vai causar. Espero, apenas, que a qualidade do jornalismo não seja prejudicada. Um jornalismo ruim faz uma sociedade ruim.
Para o inferno com o STF e as grandes corporações que, com certeza, foram a lenha, o fósforo e o querosene para incendiar essa enorme fogueira. Jornalista precisa de diploma SIM.

Trabalho no Jornal Comunidade, um dos veículos de Comunicação da Feevale, instituição onde estudo. Depois de fazer todas as reportagens, fotos, diagramá-las e mandar o jornal para a impressão, temos de distribuí-lo.
Hoje, levei exemplares para uma das nossas fontes, que me havia concedido uma entrevista para a matéria da contracapa. Deixei o jornal com ela e fui entregar para outra fonte, que estava trabalhando na mesma sala.
Eu estava quase indo embora quando ela me chamou. Virei-me e, para a minha surpresa, lá estava ela, segurando o jornal, olhando para mim com os olhos marejados de lágrimas. Por uma fração de segundo pensei "Oh, não, o que fiz de errado?". Foi quando ela afirmou que estava emocionada com a matéria que eu havia escrito. Que gostou muito da maneira com que organizei as falas dela, sobre o projeto de extensão que coordena, e os fatos que ela havia me passado.
São momentos como esse que me fazem perceber que, às vezes, não fazemos idéia do quanto o nosso trabalho pode afetar uma pessoa, tanto negativa quanto positivamente.
É ótimo ter o trabalho reconhecido, assim. A sensação de escrever uma matéria e vê-la não somente publicada, mas sendo apreciada por outras pessoas é indescritível.
Isso não precisa acontecer somente no jornalismo. Mas é esse tipo de satisfação que nos faz perceber que escolhemos a profissão certa.
... mas o que eu realmente queria frisar é a importância de apontarmos o dedo para nós mesmos antes de apontarmos para os outros. Recebi, hoje pela manhã, um e-mail que vale a pena divulgar.
Em Londres, os deputados...
1) Não têm lugar reservado onde sentar-se na Câmara dos Comuns;
2) Não têm escritórios, nem secretários, nem automóveis cedidos pelo parlamento;
3) Não têm residência (pagam pela sua, em Londres ou nas províncias, como qualquer outro "mero mortal");
4) Não têm passagem de avião gratuita, salvo quando a serviço do próprio Parlamento;
5) Pagam de seu bolso, arcam com suas despesas;
6) Seus salários equiparam-se ao de um Chefe de Seção de qualquer repartição
Resumindo, como dizia no e-mail, são SERVIDORES DO POVO e não PARASITAS DO POVO.
Já os deputados daqui...
1) Ganham um salário de R$ 12 mil reais;
2) Ganham auxílio-moradia de R$ 3 mil;
3) Ganham 4 passagens aéreas de ida e volta a Brasília por mês;
4) Ganham 13º e 14º salários (no fim e no início de cada ano legislativo);
5) Ganham uma verba de R$ 7 mil para despesas "comprovadas";
6) Ganham R$ 3,8 mil para contratar assessores;
7) Têm direito a férias de 90 dias ao ano e folga remunerada de 30 dias;
8) Ganham mais R$ 35 mil por mês, como verba de gabinete;
9) Têm direito a contratar 20 servidores para seu gabinete;
10) Têm engraxate, barbeiro e cabeleireiro grátis...
11) E ainda recebem R$ 25,4 mil para trabalhar durante o recesso.
Não preciso nem dizer (mas é sempre bom lembrar) que esse dinheiro sai dos cofres públicos. Se puderem, repassem essas informações para colegas de trabalho, amigos, autoridades, se conseguirem, para que todos vejam a sujeira e a injustiça do nosso país e o "alto padrão" dos nossos lords deputados e senadores.

Sempre achei que o sistema do Brasil devesse ser mais como a dos Estados Unidos. As universidades "escolhem" seus candidatos através de uma análise do histórico escolar do aluno. A pessoa vai ter de realmente se dedicar durante o Ensino Médio e Fundamental, se quiser se especializar em alguma área, mais tarde. O problema é que, para as coisas funcionarem assim, exige-se uma mudança cultural muito forte.
O brasileiro não dá a devida importância ao estudo. É só prestar atenção à quantidade de alunos que repetem séries ou desistem da escola muito cedo - para não mencionar aquelas crianças que jamais tiveram a oportunidade de pisar em uma sala de aula. Ao invés de reformar escolas, instruir professores e implementar uma didática efetiva, o governo foca suas atenções em outros aspectos. Como o desvio de verbas públicas e a utilização de passagens para cunho pessoal, por exemplo.
A implementação do ENEM no lugar do vestibular deve ser efetuada no ano que vem. Acho que, quanto mais unificado for, melhor será. Todos precisarão estudar de forma igual para entrar na faculdade, não apenas responder a algumas questões, fazer uma redação meia-boca e BUM! Estamos dentro!, como acontece em algumas universidades por aí.
Universidade não é Ensino Médio, ao contrário do que alguns alunos parecem pensar. O estudo, como um todo, merece ser levado à sério, e a situação atual do Brasil, em relação a este assunto (e tantos outros), é preocupante.
Abaixo, seguem algumas pérolas retiradas dos exames do Enem, dos últimos três anos, só para dar uma descontraída. Tem que rir para não chorar.
"O que são de interesse coletivo de todos nem sempre interessa a ninguém individualmente." (Entenderam?)
"Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele." (Interessante ponto de vista.)
"Eis um problema de muita gravidez." (Com um parto previsto para 9 meses, espero.)
"A AIDS são transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO." (Sem comentários...)
"Já está muito de dificiu de achar os pandas na Amazãnia" (Ouvi dizer que estão escondidos embaixo dos dromedários.)
"Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu, o verde representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as matas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos sem bandeira.." (Ainda bem que temos aquela faixinha onde está escrito ORDEM E PROGRESSO.)
"Não cei se o presidente está melhorando as insdiferenças sociais ou promovendo o sarneamento dos pobres. Me pré-ocupa o avanço regresssivo da violência urbana." (Minha nossa.)
"A prinssipal função da raiz é se enterrar no chão." (A secundária é reter os nutrientes do solo, mas isso nem é muito importante, mesmo...)
"A terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados no mundo. Os outros planetas menos demográficos são: Mercurio, Venus, Marte, Lua e outros 4 que eu sabia mas como esqueci agora e está na hora de entregar a prova, a senhora não vai esperar eu lembrar, vai? Mas tomara que não baixe minha nota por causa disso porque esquecer a memória em casa todo mundo esquece um dia, não esquece?" (Fantástica!)
"A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu." (Na velocidade 5!)
"Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis." (Todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável.)
"A camada de ozonel." (Estaria o indivíduo falando sobre o Chris O’Zonnell?)
"Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises." (Einstein!)

Finalmente, quase um ano depois do lançamento do filme, sentei no sofá (com um balde de pipocas, é claro), e assisti a WALL-E.
A primeira coisa que me veio à cabeça é que o filme é um chute na bunda dos seres humanos. Reúne absolutamente tudo de ruim que viemos fazendo à humanidade em apenas 98 minutos. E, ainda que o filme seja direcionado a humanos, o protagonista é o simpático robô WALL-E - que, em muitos aspectos, mostra-se mais humano do que nós.
Na trama, depois que o planeta é praticamente soterrado por todo o lixo que a humanidade produziu, a BNL, empresa que comanda o mundo, envia todos os seres vivos a AXIOM, uma estação espacial completamente automatizada, onde aspectos como andar e relacionar-se humanamente são desnecessários. Vemos pessoas obesas sentadas em confortáveis cadeiras automáticas, que as levam para onde elas querem ir, comendo; as diretrizes de ensino básico como ler e escrever são baseadas nas iniciais da mega-empresa responsável pela construção da estação espacial; anúncios que, imediatamente, fazem as pessoas seguirem as tendências expostas, caracterizando uma verdadeira lavagem cerebral.
O intuito era passar apenas 5 anos na nave, enquanto a Terra fosse limpa por máquinas (chamadas de WALL-E) e o planeta se tornasse habitável novamente. Só que todos os robôs acabaram sendo "derrotados" pela quantidade absurda de lixo e pararam de funcionar... com a exceção de um, que permanece no planeta por 700 anos, trabalhando sozinho.
Durante esse tempo, ele desenvolve interesse pela cultura humana, personalidade e sentimentos, quando conhece EVA, uma nova espécie de robô enviada à Terra para procurar exemplares de vegetais vivos (o que significaria que a vida seria possível novamente).

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Sou gremista. Desde pequenininha. Desde que vi aquela camiseta azul celeste. Acho que com todos os torcedores, de todos os times, é assim. Não tem como explicar. É tesão, é amor. Bateu o olho, apaixonou. E dói quando a gente perde. Aaaaah, se dói.
O Grêmio vem passando por uma fase ruim. Ah, sim, está na Libertadores da América, líder de sua chave. Sim, estava disputando o Gauchão (até hoje, quando perdeu de 2x1 para o seu maior rival, o Internacional, clube que, ontem, comemorou 100 anos de existência e estava com a bola toda - literalmente). Mas tem alguma coisa que simplesmente não está certa. Tentativas de gol frustradas (a bola parece se recusar a entrar!), um técnico carrancudo, que chega a despertar a ironia da torcida adversária... mas o furo é mais embaixo. O problema é interno, e vem lá de cima, da diretoria.
É bom que estejamos na Libertadores. Só que, na minha concepção, para ganhar, devemos merecer. E, atualmente, quem está não é a diretoria, nem o técnico, mas os jogadores. Só que tem mais alguém que precisa de uma vitória merecida, alguém que o Grêmio parece estar esquecendo: os torcedores.

Precisei ir para o centro, ontem e hoje à tarde, antes do Gre-Nal (o maior clássico do Rio Grande do Sul). Temi ver uma maré vermelha, afinal, o clube estava de aniversário, ontem, tinha tudo para comemorar. Mas o que vi foram dezenas de pessoas vestindo a camiseta azul-celeste. Homens, mulheres, jovens e crianças, todos unidos por um mesmo propósito: o amor ao time.
E perdemos hoje, novamente. O oitavo clássico consecutivo sem vitória.
É claro que não vamos parar de torcer, mas espero de coração que os dirigentes do Grêmio planejem melhor o relacionamento com a torcida. E que ajeitem seus problemas para que isso não se reflita no desempenho do time.
Porque dar e não receber nada em troca... chega uma hora que cansa.

Levanto-me pela manhã, atrasada (o despertador foi desligado violentamente algumas horas antes), já com aquele humor questionável e perigoso. Desço as escadas. Logo, percebo que a maré de mau humor é geral, na casa. Começo a ler Cidade do Sol (o tema afeta mais do que afetaria normalmente). Quarenta e cinco minutos depois, tomo um banho para relaxar e vou me vestir. Depois de uma longa luta para decidir que roupa colocar, almoço em 10 minutos e levanto-me da mesa para arrumar minhas coisas e pegar o ônibus das 13h05min, que passa quase em frente à minha casa.
Pois bem. Eis que lá estou eu, saindo do portão às 13h04min, quando vejo o maldito vindo ao longe (mas nem tão longe assim), no começo da rua transversal. Oh não! Começo a correr e fazer sinais para o motorista parar, e ele passa por mim (me olhando no fundo dos olhos e certamente pensando "não darei carona à essa louca"). Perco o ônibus.

Chego em casa; minha mãe me olha com uma expressão preocupada. Eu apenas levanto uma mão, como que dizendo "nem pergunte". Subo as escadas, com as pernas doloridas de correr. Aproveito para colocar uma roupa mais fresca, porque lá fora estava fazendo nada mais nada menos do que 34ºC (e o sol a pino).
Volto para a parada e me sento. Aproveito para ler um texto para a aula da faculdade... mas eis que minha cabeça simplesmente não consegue se concentrar. Fecho o livro e os olhos. E se não fosse pela gentil senhora sentada ao meu lado, teria perdido o ônibus novamente.
(Mulheres que adivinharam: sim, estou na TPM)
E vejam bem... acordei com o pé direito, hoje pela manhã. Imaginem se tivesse sido o outro...

Todos os dias, somos bombardeados com milhares de opções para nos tornarmos “mais belos”.
Mas afinal... o que é ser belo? Qual é o conceito de beleza?
Cada vez mais, fico impressionada com a preocupação excessiva (e um tanto quanto doentia) em relação à estética – especialmente da parte das mulheres.
Na rua, no ônibus, na faculdade – em qualquer lugar –, são outdoors, fotos, anúncios, revistas, todos mostrando um ideal de beleza ilusório e inconstante.
Esse ideal vêm sendo plantado nas nossas mentes há séculos – tanto é que, hoje, está impregnado no nosso inconsciente. Comemos um chocolate e no outro dia estamos lá, correndo na esteira, fazendo abdominais, com aquele sentimento de culpa martelando lá dentro.
Tudo bem, exercício físico faz bem para a saúde, sem dúvida! Agora, a coisa me parece fora de controle quando se enxerga, numa das avenidas mais movimentadas da cidade, uma adolescente que aparenta ter, no máximo, 50kg, correndo desesperadamente, parecendo estar em busca de algo intangível, impossível...
Em busca da forma perfeita.
E essa obsessão está se tornando cada vez mais jovem. Com 15 anos, as meninas já têm a idéia fixa da plástica, seja ela nos seios, nos quadris, no nariz ou um simples mega-hair (implante de cabelos). Os meninos já começam a se preocupar com a academia; em conseguir braços de halterofilista e peitoral de nadador.
Em uma enquete feita por mim, de 12 mulheres e 9 homens, ao serem perguntados o que mudariam em seu corpo se pudessem, apenas uma do sexo feminino respondeu “Nada”. Do sexo masculino, foram dois. Afora as mencionadas exceções, as respostas variam muito – e são previsíveis: silicone, plástica no nariz, cabelo mais liso, mais altura... ou seja: um reflexo das modelos perfeitas que andam por aí, sorrindo sensualmente dos outdoors e das capas das revistas direcionadas a mulheres:


Coincidência? Certamente que não.
Como bem disse o cantor e compositor Herbert Vianna, em um texto de sua autoria, “Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer, não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso”.
ssas pequenas coisas refletem a natureza da nossa sociedade. Ao invés de estarmos nos preocupando com assuntos como a corrupção, a saúde, a educação do país, estamos lutando para seguir um conceito de beleza que, na verdade, não existe e muda conforme a época. Há poucos séculos atrás, mulher bonita era aquela “que tinha onde pegar”, rechonchuda, com curvas. Hoje, mulher bonita é a mulher do corpo “perfeito”: magra, com seios siliconados, traseiro igualmente turbinado e uma cinturinha de medidas tão pequenas que chegam a ser assustadoras. Homem bonito é aquele com um rosto perfeito e corpo tonificado.
Mulher bonita é Gisele Bündchen, é Angelina Jolie, é Jéssica Alba. Homem bonito é Brad Pitt. Rodrigo Santoro. Ashton Kutcher.
A pergunta é: será que os homens e mulheres brasileiras são assim? Será que os homens e mulheres, por todo o mundo, são assim?
Cada vez mais, a sociedade implanta essa imagem de perfeição na cabeça das pessoas – principalmente de nós, jovens, que ainda estamos com a cabeça em formação. Como bem disse Herbert Vianna, “uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude”.
Que demos importância a valores que, gradualmente, vêm se perdendo. Valores como a cidadania, a solidariedade e o amor. Pode soar utópico, mas são as pequenas esperanças que fazem a diferença. É do pequeno que se chega ao grande.

Clodovil... um homem polêmico... um homem barraqueiro... um homem sincero.
Muitas pessoas (para não dizer a maioria - e, entre elas, deputados) não eram exatamente seus fãs. Durante toda a sua vida, Clodovil sofreu críticas por "ser" escandaloso, por ser homossexual, por falar "sem pensar".
Na minha opinião, acho que se a frase "sem medo de ser feliz" se aplica alguém, é à ele. Clodovil falava o que vinha à sua cabeça, não tinha medo de ofender ninguém (e ofendia! "Eu tenho culpa que ela nasceu feia, gente?!" - bate-boca com a deputada Cida Diogo, em 2007).
Acho que o Brasil precisa de mais pessoas assim, que falem a verdade, que consigam se erguer o suficiente para não temer processos e ameaças dos grandões lá de cima, que mandam nesse país.
Puta que pariu, Clodovil!
Tu merecia mais uns 30 anos de vida.
Curtam algumas frases famosas do homem que não tinha medo de falar:
— Eu não sei o que é decoro, com um barulho destes enquanto um deputado fala. Eu não sei o que é decoro, porque aqui parece um mercado! Nós representamos o país! Não entendo por que há tanto barulho enquanto um orador está falando. Nem na televisão, que é popular, fazem isso. (Primeiro discurso na Câmara dos Deputados, 2007)
— Será que precisamos de gravata ou de seriedade? (Folha de São Paulo, 2007)
— Dinheiro é uma questão de cada um de nós. Eu só consigo viver no meio da beleza. (Sobre a reforma do gabinete, 2007)
— É claro que vou precisar de apoio, porque sozinho a gente não consegue nem se masturbar - tem de pensar em alguém. (Folha de São Paulo, 2006 )
— Não tenho medo de ninguém. Sou feito cachorrinho. Passa a mão nas minhas costas que eu já abano o rabo. (Em visita ao Congresso, 2006)
— Evidente que foi (armado o ataque contra as torres gêmeas) pelos próprios americanos, não seja idiota, é como o holocausto, você acha que não tinha nenhum judeu manipulando isso por debaixo do pano? (Em entrevista à Rádio Tupi, 2006)
— Se você não votou em mim, não pode me cobrar nada. Eu vou fazer do jeito que eu sei. Eu não sou político de profissão. (Em reunião de deputados eleitos e empresários na Fiesp, 2006)
— Fala para ele que na próxima eleição, quando me candidatar de novo, vou fazer o possível para ter menos votos para ele não implicar comigo. Se eu pudesse, dava meus votos para ele não ficar tão triste, mas não posso fazer isso. (Em resposta à critica feita pelo tucano Walter Feldman, 2006)
[FONTE: ClicRBS]
Para quem não conseguiu ler, transcrevo agora:
OFEREÇO-ME p/ trabalhar como esposa de aluguel de segunda à sexta, organizar casa, compras, pag. Sei cozinhar, elaboro pratos dietéticos. c/ referências. Trabalho de Canoas a NH. Fone: ******** c/ Luiza. horário comercial.
"Esposa de aluguel"?! Já não bastassem os homens que não dão valor às suas mulheres, ser esposa, agora, é uma profissão? Com direito a anúncio nos classificados e tudo?
Não sou casada, obviamente, mas sempre acreditei piamente que ser esposa não consiste simplesmente em "organizar casa, compras, cozinhar". Creio que, ao casarem-se, as mulheres automaticamente assumem esse papel, devido à "lavagem cerebral" que lhes é imposta desde pequenas. Gurizinhos brincam com carrinhos, personagens de lutinha. Guriazinhas brincam com bonecas. Panelas. Vassourinhas de brinquedo (falem a verdade: qual é a freqüência com que vêem uma menininha jogando banco imobiliário!?).
Então as crianças crescem... os homens são ensinados a sustentar a casa. Trabalhar. As mulheres, quase que inconscientemente, tendem a tornarem-se as donas de casa, mesmo quando também têm suas carreiras profissionais. Sabem, acho que as tarefas deviam ser divididas. Um pouco pra cada lado. E acho, também, que não só os homens deveriam dar mais valor às suas mulheres, mas elas próprias devem se valorizar. Não se deixar abater. Não abaixar a cabeça. Não calar quando as chamam de "sexo frágil". Porque, vamos combinar: de frágil, nós, mulheres, temos apenas a aparência. O poder feminino é algo incrível (e os homens de plantão já perceberam isso, tenho certeza).
"Esposa de aluguel"... espero de coração que a sexualidade dessa moça não esteja incluída nas horas extras.
Que nós, mulheres (e os homens também!), venhamos a comemorar o feminino, comemorar mais as pequenas e grandes vitórias do dia-a-dia, as alegrias, as conquistas... comemorar tudo isso não apenas no dia 8 de março, mas todos os dias do ano.

Agora que acabou a moleza, que o período de férias "já se fué", estava pensando... por que será que quando estamos trabalhando, desejamos férias e quando estamos de férias, chega um ponto em que desejamos estar de volta à ativa?
Lá em novembro do ano passado, estava ansiando por férias. Elas vieram e, de repente, me vi desejando voltar a trabalhar e com saudade dos professores doidos de Comunicação.
Voltei a estudar e a trabalhar ontem. E adivinhem? Já sinto saudade das férias. É mole?
Minha irmã, meus amigos, até meus professores se sentem assim. É uma febre geral. É como as estações do ano: quando estamos no verão, sentimos saudade do inverno. Quando estamos no inverno, queremos o verão.
Agora analisando, me parece muito mais simples aproveitarmos uma coisa de cada vez. Enquanto estamos trabalhando e estudando, procurar tirar o máximo que pudermos da experiência. E quando estamos de férias, curtir o fazer nada ou qualquer que sejam as atividades que escolhermos realizar.
E quanto a mim... bem, ainda estou com um pé na preguiça. Mas acho que demora um pouco até pegar o pique de novo.
Quando ele voltar, vou na quinta marcha até o final do ano.
E aí, quando menos esperarmos... é férias de novo!
O post era sobre uma garota chamada de Stefhany (aham, "fh" mesmo). Pelo que parece, é uma celebridade "recém-lançada" no estado do Piauí. Veja o por quê:
Não entendeu? Pois é. Nem eu.
O clipe em questão é uma mistura de pop, um estranho ritmo "aforrozado" de background e uma tentativa frustrada de imitar as coreografias da Beyoncé.
Sabem, pessoas que fazem isso para auto-promoção realmente me deixam irritada e intrigada, ao mesmo tempo. Imagino toda a "produção" a que ela se submeteu. E acreditem, até site a bonita tem. No setor que fala sobre sua história, lê-se "Bastante versátil e afinada, a cantora Stefhany representa o que há de melhor na música hoje em dia. Simpatia, talento e originalidade. Essas são as marcas registradas da nova revelação da música."
O que há de melhor na música hoje em dia? Pelo amor dos verdadeiros cantores desse país, espero que não. Sei que sou jovem e tenho muito a ver por esse nosso mundo. Mas já vi bastante coisa e devo dizer: o Brasil me surpreende cada vez mais.
Stefhany... uma mulher linda e absoluta, segundo sua última música. "Pra se apaixonar", segundo seu slogan. E um desperdício de talento, na minha opinião. Acho que ela tem um timbre bonito.
Mas ela está conseguindo exatamente o que queria: visibilidade. O YouTube é poderoso. Não quero nem ver qual é o número de pessoas que andam discutindo os vídeos dela. E os comentários passam da contagem de 1000.
E o mais triste é que tem gente que dá suporte a esse tipo de auto-exposição. Além do já mencionado site, ela tem uma seção só dela no site Letras.com.br, com 3 de seus maiores sucessos.
Como disse D. Ramirez em um dos comentários na postagem de Aline, se tiver mais produção, ela sai do agreste direto pro Brasil.
Quem sabe a veremos no Faustão, daqui a alguns meses?
Para mais exemplificações do quão fundo as pessoas ainda escavam quando chegam ao fundo do poço, acesse http://stefhanylevaeu.com.br e http://www.youtube.com/results?search_type=&search_query=stefhany&aq=f.






(Os selinhos são parte da brincadeira)
Recebi da Lidi o meme de citar seis fatos aleatórios sobre mim... hmmm! Achei super interessante. Todo mundo tem suas manias loucas, é legal falar sobre elas e compartilhar esse tipo de informação. Não se assustem!
As regras são: colocar o link de quem te indicou pro meme; ·Escrever estas 5 regras antes do seu meme pra deixar a brincadeira mais clara; ·Contar os 6 fatos aleatórios sobre você (essa é a proposta da brincadeira!); ·Indicar 6 blogueiros pra continuar a brincadeira; ·Avisar para esses blogueiros que eles foram indicados.
Muito bem... vamos lá!
6 fatos aleatórios sobre Raquel Reckziegel:
1) Excesso de higiene? PRECISO lavar as mãos quando chego em casa. Preciso. Se não lavo me sinto... bem... suja. o.Ô
2) Soltando a voz! Tenho o costume de cantar enquanto faço a maioria das minhas atividades diárias. Chuveiro, trabalho, exercícios... até enquanto dirijo. E no ônibus. Já me rendeu alguns olhares enviesados e desconfiados, mas ei! Quem canta, seus males espanta!
3) Pensa antes, criatura! Já ofendi pessoas sem intenção e já disse muito mais do que deveria ter dito simplesmente por causa do péssimo costume de falar sem pensar.
4) Não rateia comigo! Tenho uma tendência muito grande a tentar ver o lado bom das pessoas. É claro que quando elas definitivamente te provam que não merecem confiança alguma, faço mais do que mandar passear. Ah, eu confio nas pessoas até me provarem o contrário. E se provam... >=(
5) Mão boba! Tendo a ser bastante estabanada e a falar em um volume relativamente maior do que a maioria das pessoas fala. Tem um vaso caro em cima de alguma mesa ou alguém que não gostaria de ser acordado? Me avisa, aí tomo cuidado com a mão boba e abaixo o volume da voz! A Bruninha já sofreu com isso (o queixo dela lembra!) - mas, no caso, foi um cotovelo e não uma mão boba.
6) Roupas, roupas! Quer me agradar com presentes? Se me der roupas, tem 97% de chances de acertar! Os 3% negativos estão relacionados a artefatos como roupas feitas com combinações que incluam laranja-cone-de-trânsito com roxo-hematoma - e coisas brilhantes demais.
Repassarei esses selinhos para:

O que não usar - por Arnaldo Jabor
7) Unha suja (e sem cortar). Se você não for o mecânico Pascoal da novela 'Belíssima', pode ter certeza que brochará sua namorada ou pretendente. Caso seja bonito como o Gianechinni, ela será somente um pouco mais tolerante, entretanto, irá pedir para limpá-las assim que acabar a noite de fetiche com um desleixado. Não esqueça também de aparar aqueles pelinhos horríveis que por ventura saiam do nariz ou da orelha - em nome da higiene, please!!!!