Alteração de placas para Olimpíadas de 2016





Amor despirocado
Estava frio (frio demais para primavera, estou dizendo!). Já escura, a parada de ônibus estava vazia a não ser por mim e uma meia dúzia de pessoas com semblantes cansados. Eu esperava ansiosamente para voltar para casa após uma sexta-feira longa e trabalhosa... Foi quando vi algo que fez todas as preocupações do trabalho, da aula e da vida pessoal se esvaíram da minha mente (pelo menos naquele momento).

Um casal bastante jovem - não deviam ter mais de 15 anos - atravessou a rua correndo descuidadosamente. Quase foram atropelados pela horda violenta de carros doidos para voltarem para suas garagens - mas sorriam. Gargalhavam, na verdade. Sacudi a cabeça e vários pensamentos censuradores sobre jovens irresponsáveis envolvendo-se em relações descuidadas cedo demais invadiram a minha cabeça. Voltei minha atenção à estrada novamente, prestando atenção para ver quando meu ônibus se aproximasse. Mas não pude deixar de prestar atenção no casal.

Uma garota bonita, jovem, com cabelos curtos e um lenço colorido na cabeça, e um garoto que parecia demais com um dos Beatles - e ele usava uma cartola. Não paravam quietos em banco algum. Sentavam-se, levantavam-se, naquela inquietude adolescente. Riam, brincavam de perseguir um ao outro, cantavam alto... Pareciam duas crianças pequenas, apaixonadas... felizes.

Algumas pessoas na parada nem estavam prestando atenção, mas a maioria lançava olhares repreensivos aos dois. O casal, entretanto, parecia estar isolado, em um cantinho só deles. Estavam completamente cegos para o resto do mundo, viam apenas um ao outro.

Um casal despirocado, louco... mas completamente apaixonado.

Pessoalmente, prefiro o despirocado e louco às relações vazias, dramáticas, obsessivas e sem sentimento que tenho visto (e experienciado) por aí.

Sabem... Talvez o mundo precise desse tipo de loucura. Talvez devamos nos importar menos com o que os outros pensam de nós e começar a dar importância ao que pensamos de nós mesmos, como o casal da parada, que não se importava com nada a não ser com a alegria de aproveitar aquele momento.


Quero um amor louco, alucinado que não se prende ao passado.
Preciso de um amor fantasiado e palhaço, pulando carnaval, gritando o seu amor

(Quero um amor, Vivian Regina)
Mais um ano...
Aniversário... um dia tão peculiar!
Nos levantamos cedo (porque apesar de ser o nosso dia, o dinheiro não se faz sozinho e precisamos trabalhar). Olhamos no espelho e vemos aquela face um ano mais velha (e, por um momento de submissão ao mercado cosmético, pensamos em começar a usar Renew). Recebemos parabéns (a palavra sozinha e a música completa) vindos de todos os lados. Família, amigos, colegas de trabalho. Respondemos recados de desconhecidos no Orkut... Na correria do dia-a-dia, esquecemos, por um momento, que é nosso aniversário... até que chega a hora de comer a torta, feita especialmente para a ocasião. Mais um parabéns. Voltamos a trabalhar... vamos para a aula, resolvemos alguns estresses e, para encerrar o dia com chave de ouro, ouvimos um parabéns especial (iniciado pelos amigos do fundão) de todas as pessoas dentro do ônibus, na volta para casa.
Aniversário... um dia tão peculiar e, ainda assim, um dia como todos os outros: digno de comemorações no que diz respeito às pequenas coisas.
Deitamos a cabeça no travesseiro, com um sorriso de quem reconhece que o último ano tem sido absolutamente maravilhoso... e de quem espera que os próximos sejam ainda melhores.
Fechamos os olhos... e, quando menos esperamos, começa tudo de novo.
Dirty Dancing...
Não somente um ator, mas um belo dançarino, também. A filmografia de Patrick Swayze é enorme, mas foram dois clássicos do cinema que nos vêm à mente hoje, quando lembramos dele: Dirty Dancing e Ghost. Depois de receber o diagnóstico de câncer no Pâncreas, em 2008, o ator rapidamente definhou ante à doença. Segundo o site do Estadão, na semana passada, os tabloides americanos anunciavam: "Sua agonia chega ao fim: Patrick Swayze, cansado de lutar, volta para casa para morrer". Dito e feito.
Patrick Swayze foi um ícone romântico e dançante dos anos 80. Foi um ícone e virou um mito. Gostei tanto da performance dele e da atriz Jennifer Grey em Dirty Dancing que, na minha época de bailarina, dancei ao som de "Time of my life", música-tema do filme (quase virei um nó ao tentar aprender a coreografia).

Dirty Dancing - Time of my life

Não será esquecido.
Se o Twitter existisse há algum tempo...
Olhando o blog do programa Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, me deparei com algo divertidíssimo: se o Twitter existisse há algum tempo atrás, veja o que as celebridades diriam...











....Vida nova, template novo...
Pois é! Enjoei do outro e resolvi mudar. Agradecimentos ao Gustavo, meu colega de trabalho, que encontrou o template pela internet. Me apaixonei e troquei!

É diferente, mas não podia deixar de ser vermelho. xD

Ainda tem algumas coisas que quero mudar. Acho que vou ter que pedir ajuda ao meu amigo Teilor. =D

Espero que tenham gostado!

Beijão, pessoal!
...Bem vindos à era do gelo
Pois bem... com esse calorzinho que bateu aqui no inverno do Rio Grande do Sul, me animei para baixar (sim, eu baixo tudo da internet!) A Era do Gelo 3. Achei que, talvez, eu não sentisse a sensação de frio, assistindo ao filme. Eu estava um pouco receosa, afinal, sinto que quanto mais filmes se fazem de uma mesma série, pior eles ficam. Mas tirei o chapéu para essa terceira edição. Achei o melhor da série. Com mais agilidade, mais piadas adultas e menos gelo, o filme se passa, em sua maioria, em um mundo subterrâneo cheio de árvores e riachos, encontrado pelos mamutes Manny e Ellie e pelo tigre Diego, quando o divertido Sid novamente se mete em confusão. Inspirado pela gravidez de Ellie, esposa de Manny, a preguiça adota um trio de simpáticos dinossaurinhos... mas é claro que eles tinham uma mamãe, que não ficou nada feliz ao ter seus ovos roubados de si. Ela sequestra Sid e o leva para o mundo subterrâneo, onde estão todos os dinossauros que teriam sobrevivido ao meteoro que atingiu a terra há séculos.
Para sobreviver nesta terra de gigantes, Manny, Ellie e Diego contam com a ajuda de uma atrapalhada doninha chamada Buck.
Todos os personagens estavam fantásticos, mas quem roubou a cena, novamente, foi o hilário Scrat. Eis que o esquilinho arranja uma namoradinha, que gosta tanto de avelãs quanto ele.
O filme tem um timing para piadas absolutamente fantástico. Mesmo assim, cada vez mais, me convenço de que esses filmes não são para crianças. As piadas adultas estão por todo o lugar, desde Sid reclamando sobre sua condição de "mãe solteira" até o tigre Diego chamando um dinossauro medroso de "bicha" ("wuss", em inglês. Não vi a versão dublada para ver se foi assim que traduziram).
Mesmo assim, achei divertidíssimo e muito bem feito. Cinco estrelas. Dêem uma conferida, se ainda não olharam! Vale umas boas risadas.