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A importância de pedir desculpas
Pedir desculpas parece algo muito simples, na teoria. De repente, até seja, mas, por alguma razão, todos nós parecermos sentir alguma dificuldade na hora de dizer essa palavrinha tão importante.

Talvez pelo fato de que pedir desculpas signifique admitir que erramos - e para aqueles que são um pouco mais orgulhosos, isso provoca um grande debate interior. Admitir ou não admitir?

É claro que a palavra não deve ser usada a torto e a direito - não adianta continuar cometendo o mesmo erro repetidas vezes sem aprender com ele e simplesmente se desculpar depois.

Pessoalmente, acredito que pedir desculpas mostra uma grandeza de espírito imensa. Todos cometemos erros - mas poucas pessoas têm a decência de admitir e procurar consertar o que não está certo. É claro, há a possibilidade da outra pessoa não aceitar as suas desculpas, mas aí depende da flexibilidade emocional dela e do tamanho da burrada que você pode ter cometido. É complicado. Parece tudo muito relativo. Às vezes, funciona. Às vezes, não. Acho melhor arriscar.

Uma palavrinha. Oito letras. Leva um ou dois segundos para dizê-la. É melhor um orgulho ferido do que uma amizade ou um relacionamento perdido.
Como é simples...
(Post curto e levemente "desabafatório")

Não costumo ser hipócrita, por isso, não gosto muito de julgar as pessoas. Mas me incomoda muito quando indivíduos e indivíduas se dividem em cinco e agem de dez maneiras diferentes conforme o local e a companhia.

Claro, convivemos com vários tipos de pessoas e ambientes (trabalho, amigos, relacionamentos, família...) e temos que nos adaptar a cada um deles. Agora, uma coisa é adaptação. Outra é agir de forma completamente diferente quando se está com amigos e sozinho(a).

Fico muito irritada quando percebo que certas pessoas não têm coragem de dizer o que realmente pensam e fazer o que realmente querem. Sempre fui bastante cuidadosa, mas percebo que a vida é curta demais para arrependimentos. Uma coisa é querer voltar atrás em função de alguma atitude errada, mas penso que é pior - bem pior - chegar daqui a alguns dias, semanas, meses ou anos pensando "por que não fiz aquilo?".

Como diz a minha amiga Bruninha, talvez eu esteja mesmo em outra vibe. Mas prefiro pensar um pouco diferente e dormir bem à noite do que deitar a cabeça no travesseiro e me arrepender de coisas que deixei de fazer ou dizer.
Mais um ano...
Aniversário... um dia tão peculiar!
Nos levantamos cedo (porque apesar de ser o nosso dia, o dinheiro não se faz sozinho e precisamos trabalhar). Olhamos no espelho e vemos aquela face um ano mais velha (e, por um momento de submissão ao mercado cosmético, pensamos em começar a usar Renew). Recebemos parabéns (a palavra sozinha e a música completa) vindos de todos os lados. Família, amigos, colegas de trabalho. Respondemos recados de desconhecidos no Orkut... Na correria do dia-a-dia, esquecemos, por um momento, que é nosso aniversário... até que chega a hora de comer a torta, feita especialmente para a ocasião. Mais um parabéns. Voltamos a trabalhar... vamos para a aula, resolvemos alguns estresses e, para encerrar o dia com chave de ouro, ouvimos um parabéns especial (iniciado pelos amigos do fundão) de todas as pessoas dentro do ônibus, na volta para casa.
Aniversário... um dia tão peculiar e, ainda assim, um dia como todos os outros: digno de comemorações no que diz respeito às pequenas coisas.
Deitamos a cabeça no travesseiro, com um sorriso de quem reconhece que o último ano tem sido absolutamente maravilhoso... e de quem espera que os próximos sejam ainda melhores.
Fechamos os olhos... e, quando menos esperamos, começa tudo de novo.
Momentos
Durante meu intervalo, hoje, conversávamos sobre coisas que gostaríamos de fazer, ou que desejaríamos que acontecessem. Surgiu, então, uma profunda discussão sobre momentos adequados para as coisas acontecerem.
Quando queremos muito uma coisa e acabamos por consegui-la rápido demais, é comum acabarmos não nos sentindo tão satisfeitos quanto achamos que ficaríamos. Por isso, é importante dar tempo ao tempo - pelo menos foi a essa conclusão que chegamos, depois de passar metade to intervalo jogando tênis digital no Laboratório de Games e de comer uma coxinha de frango do Bar do Tiririca.
Às vezes, as coisas não acontecem quando queremos por uma razão, talvez porque não estejamos prontos ou simplesmente porque não era o momento. Mas quando tudo de fato acontece, normalmente nos pega de surpresa - e aí que está toda a graça da vida. Já imaginaram viver sabendo exatamente o que vai acontecer amanhã? Não seria nada agradável, seria? Existiríamos, talvez, em função de tal conhecimento e esqueceríamos de VIVER.
Profundo, não? Deve ser o cansaço do dia ajudando na construção de pensamentos filosóficos.
Vou filosofar na minha cama. Já é 00:32.