Como é simples...
Raquel Reckziegel
(Post curto e levemente "desabafatório") 
Não costumo ser hipócrita, por isso, não gosto muito de julgar as pessoas. Mas me incomoda muito quando indivíduos e indivíduas se dividem em cinco e agem de dez maneiras diferentes conforme o local e a companhia.
Claro, convivemos com vários tipos de pessoas e ambientes (trabalho, amigos, relacionamentos, família...) e temos que nos adaptar a cada um deles. Agora, uma coisa é adaptação. Outra é agir de forma completamente diferente quando se está com amigos e sozinho(a).
Fico muito irritada quando percebo que certas pessoas não têm coragem de dizer o que realmente pensam e fazer o que realmente querem. Sempre fui bastante cuidadosa, mas percebo que a vida é curta demais para arrependimentos. Uma coisa é querer voltar atrás em função de alguma atitude errada, mas penso que é pior - bem pior - chegar daqui a alguns dias, semanas, meses ou anos pensando
"por que não fiz aquilo?".
Como diz a minha amiga
Bruninha, talvez eu esteja mesmo em outra vibe. Mas prefiro pensar um pouco diferente e dormir bem à noite do que deitar a cabeça no travesseiro e me arrepender de coisas que deixei de fazer ou dizer.
Dúvidas...
Raquel Reckziegel
Será?
E se...
São palavras que passam muito pela minha cabeça.
Incertezas... todo mundo tem. É um sentimento confuso... agoniante, realmente. Mas importante para que possamos tomar certas decisões. E se eu tivesse feito aquilo? E se eu tivesse dado aquele passo adiante? E se eu tivesse ido em outro lugar, e não onde fui? Será que teria sido melhor? O que teria acontecido?
Sabem, freqüentemente critico o pensamento do "é 8 ou 80"... mas em determinados casos, ele vem bem a calhar. "Sim" ou "não"? É como está escrito em um sábio post no blog
Cartilha Feminina:
o "não sei" mata. Sabemos como lidar com o "sim" - adoramos o "sim". Sabemos aceitar o "não". Agora, o "não sei"... o não sei é um limbo, onde não sabemos que caminho seguir.
O "não sei", o "será?" e o "e se..." são coisas que passam pela nossas cabeças todos os dias. Mas talvez as coisas sejam mais simples do que imaginamos (o ser humano, afinal, tem a mania de querer complicar a vida). Talvez a chave seja simplesmente tomar uma decisão e seguir a correnteza. Aprender com o passado e pensar no futuro, porque, quando ele chegar, vamos nos arrepender não do que fizemos, mas do que deixamos de fazer.