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Como é simples...
(Post curto e levemente "desabafatório")

Não costumo ser hipócrita, por isso, não gosto muito de julgar as pessoas. Mas me incomoda muito quando indivíduos e indivíduas se dividem em cinco e agem de dez maneiras diferentes conforme o local e a companhia.

Claro, convivemos com vários tipos de pessoas e ambientes (trabalho, amigos, relacionamentos, família...) e temos que nos adaptar a cada um deles. Agora, uma coisa é adaptação. Outra é agir de forma completamente diferente quando se está com amigos e sozinho(a).

Fico muito irritada quando percebo que certas pessoas não têm coragem de dizer o que realmente pensam e fazer o que realmente querem. Sempre fui bastante cuidadosa, mas percebo que a vida é curta demais para arrependimentos. Uma coisa é querer voltar atrás em função de alguma atitude errada, mas penso que é pior - bem pior - chegar daqui a alguns dias, semanas, meses ou anos pensando "por que não fiz aquilo?".

Como diz a minha amiga Bruninha, talvez eu esteja mesmo em outra vibe. Mas prefiro pensar um pouco diferente e dormir bem à noite do que deitar a cabeça no travesseiro e me arrepender de coisas que deixei de fazer ou dizer.
Mais um ano...
Aniversário... um dia tão peculiar!
Nos levantamos cedo (porque apesar de ser o nosso dia, o dinheiro não se faz sozinho e precisamos trabalhar). Olhamos no espelho e vemos aquela face um ano mais velha (e, por um momento de submissão ao mercado cosmético, pensamos em começar a usar Renew). Recebemos parabéns (a palavra sozinha e a música completa) vindos de todos os lados. Família, amigos, colegas de trabalho. Respondemos recados de desconhecidos no Orkut... Na correria do dia-a-dia, esquecemos, por um momento, que é nosso aniversário... até que chega a hora de comer a torta, feita especialmente para a ocasião. Mais um parabéns. Voltamos a trabalhar... vamos para a aula, resolvemos alguns estresses e, para encerrar o dia com chave de ouro, ouvimos um parabéns especial (iniciado pelos amigos do fundão) de todas as pessoas dentro do ônibus, na volta para casa.
Aniversário... um dia tão peculiar e, ainda assim, um dia como todos os outros: digno de comemorações no que diz respeito às pequenas coisas.
Deitamos a cabeça no travesseiro, com um sorriso de quem reconhece que o último ano tem sido absolutamente maravilhoso... e de quem espera que os próximos sejam ainda melhores.
Fechamos os olhos... e, quando menos esperamos, começa tudo de novo.
Pegando onda...
(Um post curto, porém profundo, acho...)

Sabe aquele momento da vida em que parece que tudo acontece ao mesmo tempo?

Às vezes, parece que somos surpreendidos por uma onda de acontecimentos. Alguns ótimos... outros, nem tanto...

Quando menos esperamos, vem uma bomba. Ou algo maravilhoso demais, algo que, com certeza, ficará em nossas memórias para sempre. Uma coisa atrás da outra, deixando nossas cabeças girando em círculos, a mil, cheias de pensamentos, idéias e alternativas, tanto para resolver os problemas quanto para curtir as coisas boas.

O pior é que parece que essas ondas de acontecimentos estão por todos os lugares: na nossa vida pessoal, profissional, no país, no mundo...

Ondas que podem parecer assustadoras e maravilhosas ao mesmo tempo. Ondas que fazem-nos acordar para a vida e perceber que talvez ela não seja tão fácil quanto imaginávamos. Ondas que nos fazem crescer.

Acho que talvez a solução seja não se assustar com o tamanho da onda, pegar a prancha, subir em cima e sair surfando, sempre cuidando com os eventuais obstáculos que possam aparecer pela frente... e de lambuja, ainda fazer algumas manobrinhas. =D