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A maior festa do planeta
Oi, pessoal!
Não, não foi a galera da Net que me arrancou a internet de novo. Eu é que estive meio desaparecida, mesmo! Perdoem-me por esse lapso. Em meio à idas para a praia, arrumação de malas e renovação da habilitação, leituras e tentativas um tanto quanto frustradas de pegar um bronze full, não tive tempo para sentar no PC e escrever um texto.
Pensei em falar sobre a praia e a sensação ótima que ela traz (talvez simplesmente por estarmos longe da cidade e da correria). Porém, encontrei outra inspiração.
No último sábado, dia 7, depois de anos de tentativas, consegui ir ao Planeta Atlântida do Rio Grande do Sul (uma chuva de shows e festas com as mais diversas músicas e estilos). Todos os anos, tentávamos arrumar carona e ou o pessoal desistia de última hora, ou não conseguíamos ingresso ou não tínhamos lugar para ficar.
Esse ano, foi de última hora, não tínhamos ingresso e quase não conseguimos um lugar para ficar. O que mudou? Não tenho certeza. Só sei que fomos. Estávamos lá. E foi uma das experiências mais incríveis da minha vida.
Já fui em shows, é claro. Mas algo no Planeta Atlântida é diferente. Não tem como descrever a sensação de mais de 50 mil pessoas cantando juntas a mesma música. É um negócio muito incrível. Mal posso imaginar o que os cantores sentem.
A propósito, Jota Quest e Skank são absolutamente maravilhosos. Principalmente do Jota Quest (gosto dos dois, mas JQ, por alguma razão, me toca mais). O show deles é perfeito, eles interagem com a platéia, brincam e ôooo meu Deus, que voz incrível tem o Rogério Flausino!!!
É claro que o Planeta tem seu lado negativo. O calor, a poeira, o acúmulo de pessoas, a galera bebendo adoidada, uns fumando maconha... mas tem que saber aproveitar.
Foi de arrepiar, tudo. Quem foi sabe do que estou falando, e quem tiver a oportunidade de ir... é uma experiência única!